Área de TI do Judiciário potiguar inova com monitoramento de serviços via celular
22 de fevereiro de 2019

Área de TI do Judiciário potiguar inova com monitoramento de serviços via celular


A Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (Setic) desenvolveu um sistema de monitoramento dos serviços de informática em funcionamento na Justiça Estadual. A iniciativa é um avanço porque até o ano passado, sempre que havia alguma indisponibilidade em sistemas de TI do Poder Judiciário potiguar, o acompanhamento era feito pelos computadores da Secretaria e um servidor notificava o titular da Setic, Gerânio Gomes, sobre qualquer eventual falha, quando este não estava fisicamente no prédio da unidade.

Durante um mês, o novo sistema, que avisa o secretário da queda de serviço em qualquer comarca, esteve em fase experimental e desde 14 de fevereiro passou a funcionar oficialmente.

A novidade é que agora, através do serviço de mensagens instantâneas do “Telegram”, o secretário Gerânio Gomes é notificado, diretamente pelo celular, caso haja algum problema em sistemas, como o Processo Judicial Eletrônico (PJe), por exemplo, e sobre o local em que ocorreu a queda, o que permite a comunicação direta com a unidade judiciária envolvida com o problema ou ocorrência.

Segundo Gerânio, “tudo foi desenvolvido de forma gratuita, a gente não teve custo nenhum, a nossa ideia é em breve lançar muitos outros indicadores de visualização pelo celular e alguns deles vão ser de interesse de outros setores do Tribunal”.

Agilidade

Muitas vezes, a Comarca em que o sistema falhava, perdia tempo e agilidade na prestação de serviço por não saber o momento exato em que o sistema voltaria a funcionar normalmente. O que não ocorre mais, graças ao contato direto com o juiz responsável, que é avisado quando o sistema cai e quando ele volta a funcionar.

“Nós já tínhamos esse acompanhamento dos alertas, sempre que havia uma indisponibilidade, uma queda do sistema, a gente já tinha esse acompanhamento pela tela. Eu não achava muito prático porque eu ando muito, eu queria ter isso pelo celular. Além do mais, eu recebia a informação de um servidor, uma pessoa, quando essa pessoa falhava, eu não tinha essa informação”, explica Gerânio.

Foto: Divulgação TJRN